Genghis Khan, el mayor sanguinario!

 

Na busca de trazer novas séries ou coisas que talvez o aventureiro não conheça, eis que começo a assistir Marco Polo, produzida pela Weinstein e publicada pelo Netflix.

O que me levou a assistir uma nova série quando já acompanho várias? Muito tempo parado, provavelmente. Claro que o nome de um dos maiores aventureiros da história me chamou a atenção, mas outro ponto imporatntíssimo foi a ambientação escolhida.

A história acompanha um momento de transição da vida de Polo, o momento em que é deixado na corte de Kublai Khan.

Khan, de onde já ouvi isso? Provavelmente devido a um dos maiores conquistadores do mundo, Gengis, Kublai é neto e atual imperador do vasto território conquistado por seu avô. Estou dizendo todo esse papo histórico pois, gosto muito de estudar história e culturas. E se existe uma cultura que é pouco explorada nas mídias, é a oriental (tirando o Japão).

Como de praxe, onde há um rei, ou Khan no caso, sempre existirão intrigas por poder, favores, treições e todas essas coisas que você provavelmente já viu em Guerra dos Tronos.

E com todo esses peões no tabuleiro do jogo dos tronos, sabe quem perde a graça? Se você pensou no protagonista, está certo. Marco Polo, apesar do peso que seu nome carrega, é um personagem pálido e sem uma personalidade que gere empatia ou qualquer tipo de ligação com o espectador. Apresentando uma total falta de objetivos pessoais ou sentimentos.

Desse modo a personalidade passa para a corte, mas não se enganem eles também não possuem motivações próprias, todos vivem para o império.

Pra que eu assistiria isso então?

Vamos lá, Kublai Khan é muito bem encenado por Benedict Wong. Para uma sociedade básicamente masculina, a série possui personagens femininas muito mais importantes e de peso dramático do que todos os homens juntos. Mostrando não um sexo submetido ao julgo masculino, mas também envolvido no jogo de poder e espionagem na corte.

Um outro ponto de grande interesse, como alguém que gosta da cultura, é a ambientação e figurino. Por motivos políticos as produtoras não vão à China para gravar, mas a pesar disso, todo o cenário, tanto em tomadas abertas no campo, como em locais fechados dentro dos muros da cidade, te passam a sensação de que fui tudo gravado no local. As roupas, armas e armaduras são outro ponto muito positivo, que dão uma vida especial, tudo parece extremamente bem feito.

Se isso não te convenceu, ainda pode-se ver boas cenas de lutas, tanto com espadas e arcos, como o bom e velho kung fu, em certo momento até ninjas, mas deixa os ninja de lado.

É uma boa pedida se gosta de dramas históricos. Se gosta de ver novas culturas e locações. Se prefere um bom desenvolvimento de arcos dramáticos dos personagens, essa talvez não seja uma boa pedida.

Essa é uma crítica opinativa, vocês leram a minha, agora venha me contar a sua visão nos comentários, no nosso Twitter @Tavernaria, no meu pessoal @Jonn_Ranger ou na nossa página no facebook. Longos dias e belas noites e até a próxima, Aventureiro.

Série – Marco Polo

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